Ler um livro de autoajuda é tão paradoxal e incoêrente quanto "mascar chiclete para resolver um problema de algebra".Ora,pois,quando um indivíduo procura um livro como esse,ele já não está mais ultilizando de autoajuda.Porque como a própria palavra diz: "autoajuda",ou seja,ajuda de si mesmo.Ao procurar um livro escrito por outra pessoa,isso se delimitaria autoajuda?
No entanto,o conteúdo de tais livros busca demonstrar medidas a se tomar para um "fortalecimento interior",digamos assim.O que não tira a incoêrencia da ultilização da ultilização e produção de livros determinados como autoajuda.Duvído eu,entretando,que existam formulas para que se possa retirar angústias pessoais,pois nem tudo está inseridono contexto desses livros.Até porque,nenhum ser humano conseguiu,ou conseguirá,todas as experiências possiveis e existentes no mundo.Isso ocorre pela existência de uma limitação humana que a física determinou como tempo.
Não estou dizendo que esse tipo de literatura não ajuda,pode até funcionar.Estou afirmando,apenas,que depende do contexto a que cada pessoaestá inserida.Depende muito,também,da própria pessoa.Isso significa que nem todo mundo tem vontade de aderir a esse tipo de literatura,por mais que esteja inserido no contexto.
A pesquisa de Jean Marlo Pinheiro Borba,professor de filosofia da universidade estadual do Rio de Janeiro e da universidade federal do Maranhão,comprova isso.Sua pesquisa também mostra quais os objetivos que as pessoas que aderiram á essa literatura,tinham para fazer isso.Os resultados permitiram compreender que:"a)na hipermodernidade predomina a busca pelo prazer individual; b)a felicidade tema de interesse do capital; c)os livros de autoajuda financeira valorização a riquesa pessoal,o ter e o individualismo".
Isto é,esse tipo de literatura é como uma doutrina hedonista,e também uma busca por poder.Essa valorização de ter como modo de ser,demonstra que há um consumo emocional.Além da crise do capitalismo que busca,manipular e controlar subjetividades.Fugiu totalmente do foco.Não?
A análize da literatura de autoajuda demonstra que o ser humano é um ser egoísta.MAs,demonstra também a garantia de sucesso nesse tipo de literatura.Explicado pela contorção do tema central à que os livros são destinados,que passou de: "ajuda para problemas psicológicos" para "doutrina hedonista e capitalista".
Evidentemente,todo ser humano passa por dificuldades e problemas.Alguns decidem procurar esses livros,outros buscam o apoio da familia e de amigos.Nunca se sabe os motivos certos que indivíduos têm para buscar autoajuda.MAs,a vida e o tempo servem para experiências,e com as experiências vem a maturidade.Não importam as atitudes tomadas,e sim experiência vividas pelas atitudes.Essa,talvez seja a essência da vida.
OBS.:. Fico a me perguntar pra que então existem psicologos,e logo descubro que um livros custa bem menos que uma hora no picicologo.Reflexão: "Pobre é foda".
Fuiii...
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