terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Texto antigo, espero que gostem!



          Liberdade! Afinal, o que é liberdade? Seira a ausêmcia de compromissos? "Liberdade não é a ausência de compromissos, mas a capacidade de escolher -- e me comprometer -- com o que é melhor para mim"(Paulo Coelho). O Estado é um privador da liberdade e ultiliza como argumento a proteção dos indivíduos de si mesmos. Mas como o Estado é uma heranã histórica, nos privamos de causar problemas e nos acomodamos. A questão é: o Estado que nos tira o direito à liberdade, ou somos nós mesmos que fazemos isso?
          Somos, pois, cidadãos do Estado e súditos das leis. Enquanto cidadãos, somos massa de manipulação de uma soberania, isto é, somos o eleitorado que é controlado por ela. Afinal, vivemos em um país democratico, somos nós quem criamos essa soberania. Enquanto súditos, vivemos as consequências das "nossas" escolhas, privados por leis criadas para a proteção de nós mesmos.
          O que percebo sobre esse contexto é a formação de um ciblo: cidadão/sudito, em que a sociedade cria o Estado incoscientemente. Ora, pois, no momento o qual decidimos nossos governantes, escolhemos também as leis que iremos seguir, é óbvio que de forma indireta. Daí se tem a noção do quão importante é analizar e escolher com coerencia cada candidato que iremos votar nas eleições, e não ultilizar como argumento pra votar em palhços despreparados o "voto de protesto"(fico a me perguntar pra que então existe o voto nulo").
          Há uma necessária criação de leis em que haja uma vantagem recíproca para cada ator social. Se não houvesse organização na sociedade, seria um caos total. A criação do Estado, então, é totalmente útil. Mas essa impotância algumas vezes passa dos limites, tornando o Estado, algumas vezes, de forma indireta, uma ditadura.
          Um grande exemplo desse abuso de poder do Estado foi  a criação da lei anti-fumo. Tal proibição -- de não poder fumar em lugares públicos, privados, bares e restaurantes -- torna o ser humano como algo grotesco. Não seria possivel, simplismente, por mais simplório e comum que isso seja, ultilizar aquele velho de que "os encomodados que se retirem"? De certa forma, isso se trata de uma descriminação para com os fumantes, pois, se o prórpio estabelecimento permite o suo do cigarro, não seria ele que teria que arcar com as cosequêcias de perder clientes? Não vejo vantagem recíproca em tal lei, e olha que nem fumante sou. Não passa de uma privação inútil da liberdade!
          Seduzido por concepções do neo-liberalismo, vejo que esse ideais (neo-liberais) não passam de uma utopia. E quem melhor que Eduardo Galeano pra definir utopia? "A utopia está distante, caminho dois passas ela se distancia dois passos e o horizante fica dez passos ainda mais distante. Então para que serve a utopia? Para isso! Serve para caminhar! Mas eu prefiro continuar acreditando no meu sonho, pois esse é o meu único bem que o Estado não pode privar. Por enquanto.

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